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BC eleva projeções do PIB e passa a prever inflação na meta a partir de 2028
No RPM, divulgado nesta quinta-feira (18/12), Banco Central eleva de 2% para 2,3% a previsão de alta do PIB deste ano, e de 1,5% par 1,6%, a do ano que vem. A partir de 2028, projeta IPCA no centro da meta, de 3%
O Banco Central revisou para cima as previsões de crescimento da economia e ajustou para baixo as perspectivas de inflação, passando a prever o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no centro da meta, de 3%, a partir do primeiro trimestre de 2028.
A autoridade monetária elevou de 2% para 2,3% a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro para 2025 e ajustou ligeiramente para cima, de 1,5% para 1,6%, a estimativa de alta do PIB de 2026, mantendo a perspectiva de crescimento moderado ao longo do ano, conforme dados do Relatório de Política Monetária (RPM), divulgado nesta quinta-feira (18/12). O RPM é o documento mais importante documento elaborado pelo BC e passou a substituir o Relatório de Inflação, divulgado trimestralmente.
A revisão, segundo o documento, reflete a revisão nas séries históricas das Contas Nacionais Trimestrais (CNT) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), “que afetou, especialmente, o crescimento da agropecuária no primeiro semestre, e um resultado do terceiro trimestre ligeiramente acima do esperado”. Para 2026, a revisão foi influenciada “pelo maior carregamento estatístico decorrente do crescimento mais alto de 2025” e pela inclusão de estimativas preliminares para os efeitos da isenção ou desconto no Imposto de Renda da Pessoa a partir do próximo ano. “Em contrapartida, revisões negativas para agropecuária e indústria extrativa, devido às primeiras projeções da safra e às perspectivas menos favoráveis para minério de ferro, limitaram a alta (do PIB de 2026)”, destacou o relatório.
As novas projeções para o PIB deste ano estão em linha com os 2,25% da mediana das estimativas do mercado coletadas pelo BC no boletim Focus desta semana. Contudo, para 2026, seguem mais pessimistas do que a mediana das previsões do mercado, de 1,8%.
Conforme os dados do RPM, o BC reduziu de 4,8%, no relatório anterior, para 4,4% a previsão de inflação deste ano, abaixo do teto da meta de 4,5%. Além disso, para 2026, passou a prever o IPCA acumulado em 12 meses de 3,6% para 3,6%. O mesmo indicador foi revisado de 3,2% para 3,1%, no fim de 2027, e, a partir do primeiro trimestre de 2028, a estimativa ficou em 3%.
“Entre os fatores que contribuem para a queda das projeções, destacam-se o comportamento mais favorável da inflação de curto prazo, a melhora das expectativas de inflação e a queda no preço de combustíveis associada a dólar e petróleo mais baratos”, destacou o documento, que destacou uma projeção “ligeiramente mais alta do hiato do produto”, ou seja, a ociosidade, que ajuda a reduzir a pressão inflacionária.
Ao comentar sobre a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), na semana passada, quando o BC manteve a taxa básica da economia em 15% ao ano pela quarta reunião consecutiva, o RMP reforçou o comunicado e a ata do Copom, enfatizando que “enfatizou que a “essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do
horizonte relevante”. Além disso, reforçou os argumentos de que o cenário atual está marcado de incerteza e, portanto, “exige cautela na condução da política monetária”.
“O Comitê avalia que a estratégia em curso, de manutenção do nível corrente da taxa de juros por período bastante prolongado, é adequada para assegurar a convergência da inflação à meta e enfatiza que seguirá vigilante. O Comitê enfatiza que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e que, como usual, não hesitará em retomar o ciclo de ajuste caso julgue apropriado”, acrescentou.
Contas externas
Em relação ao RPM anterior, o Banco Central espera um deficit na conta de transações correntes de US$ 70 bilhões para US$ 76 bilhões em 2025, o equivalente a 3,4% do PIB e, para 2026, o aumento do saldo comercial deve permitir alguma redução desse deficit, que deve passar de US$ 58 bilhões para US$ 60 bilhões ou 2,4% do PIB.
Para compensar esse deficit maior, o BC aumentou a perspectiva de entrada de Investimento Direto no País (IDP), de US$ 70 bilhões para US$ 75 bilhões, neste ano, mas manteve em US$ 70 bilhões a previsão do IDP para 2026.
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